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platinus


heavy metal em português

A história da platinus

      A banda de Porto Alegre começou a se projetar em 2008, mas foi em 2010 que realmente se consolidou como Platinus. A ideia que uniu os 4 membros iniciais foi trazer de volta o heavy metal de raiz e os solos de guitarra, e assim começou. Willian Lovato (Baixo), Igor Dossin Cézar (Guitarra), Pedro Gargioni (Bateria) e Yuri Rigo (Guitarra) como a primeira formação, e na falta de um vocal, foi chamado Tom Zynski para a posição, quinteto que durou mais ou menos 2 anos (2009-2010). Em seguida, o quarteto inicial e o Tom decidiram novos rumos e com a saída do vocal, Willian assumiu a função, virando o frontman, tocando baixo e cantando, retornando então à formação original com 4 membros. Em 2011, já com algumas composições, o quarteto buscou fazer sua primeira gravação em estúdio, encontrando o produtor musical André Brasil. Trabalharam a pré-produção em torno de 6 meses, para aí então poderem entrar em estúdio e gravar a trinca Destruindo a Farsa, Não Importa Aonde For e Vida Psicótica, criando o EP que lançou a banda no mercado, chamado Demo Psicótica.

      Em 2013 lançaram o clipe da Vida Psicótica, que impulsionou suas primeiras visualizações mais marcantes no Youtube, abrindo as portas para os shows que estavam por vir. O show de lançamento do EP aconteceu meses depois na CIA das Artes e a banda começou aí a fazer diversos shows, entre eles shows em festivais como o Morrostock de 2013 e de 2014, com participações de bandas como Krisiun, Ratos de Porão, Nervosa, It’s All Red, entre outras; shows em grandes casas de Porto Alegre, e ainda abrindo shows de bandas como Os Replicantes e a banda internacional Sabaton.

      Pouco tempo depois, por volta de 2015, a banda passou por um momento delicado que foi a saída de Pedro Gargioni para seguir novos rumos. Por algum tempo o trio (Willian, Yuri e Igor) continuou buscando um novo baterista mas acabaram não encontrando. Isso somado ao desgaste que vinha vindo a formação e por mais alguns conflitos pessoais, Willian saiu da banda por um tempo, e ela acabou por não continuar. Após quase 1 ano, conversando com o Igor e o Yuri, optaram os três em separar as coisas, e Willian reassumiu a banda de onde havia parado. Sozinho, começou em 2016 uma nova Platinus, com uma nova proposta de Heavy Metal e precisava de uma banda que estivesse à altura de assumir as novas ideias e recomeçar com um álbum conceitual. Foi aí então que o Will me convidou para fazer parte da banda e, como eu já curtia bastante as músicas e a pegada da banda, aceitei fazer parte e mergulhei de cabeça nessa jornada.

      No mesmo ano, após alguns testes com diversos bateristas, entrou Lucca Bittencourt. Mas ainda havia o desafio de encontrar um segundo novo guitarrista. Após alguns testes, conhecemos Francisco Lersch, que assumiu a outra guitarra da banda, e então começamos a pré-produção das músicas do novo disco que pretendíamos gravar. No mesmo ano procuramos o produtor André Brasil, para projetar as ideias para o novo álbum, e então passamos 2017 inteiro nos remontando, ensaiando, entrosando e compondo. Só então em 2018 começamos a pré-produzir as músicas e já chegando no final do processo, Francisco, por problemas pessoais, acabou por sair da banda. Em 2019, começamos a gravar o novo álbum. Nosso plano inicial era terminar de gravar tudo ainda em 2019, porém não foi possível. Pelo menos ainda em 2019, conseguimos fazer nosso primeiro show da banda com essa formação nova e contamos com a enorme ajuda e participação do nosso amigo Luis Kalil para assumir a outra guitarra da banda nesse show.

      2020 chegou e junto veio a pandemia, o que fez com que tivéssemos que adiar todas as gravações do disco que ainda restavam (solos de guitarra e a maior parte dos vocais).  Por conta da pandemia, o Willian se mudou de Porto Alegre, indo morar em Santa Catarina. Desde então, paramos com todas as atividades da banda, ficando apenas com as gravações restantes e, consequentemente, o lançamento do disco. Durante os anos seguintes, conseguimos terminar de gravar tudo que faltava e já lançamos duas músicas de um total de nove do disco. Atualmente, as 9 faixas estão em processo de masterização e muito em breve (se tudo der certo, em 2026) lançaremos o disco completo de uma vez, cujo nome será “Tensão”.

O álbum "tensão"

      O álbum “Tensão” veio com uma proposta de disco conceitual. Ele é uma crítica, em formato de história, à sociedade como estamos, infelizmente, acostumados a ver e a viver (com guerras, injustiças, corrupção), e tudo já começa na primeira música, chamada “Sapiens ou Não”. Essa música é justamente uma indagação: será que somos tão evoluídos assim como espécie, tendo em vista o mundo do jeito que está? A música fala sobre como somos os predadores da nossa própria espécie. 

      Ao longo do disco temos vários momentos diferentes em que o protagonista trava guerras consigo mesmo (Guerra Interior), temos mais guerras (Tensão), levando a uma terceira guerra mundial, onde as armas nucleares praticamente dizimam a população do planeta, deixando apenas poucas pessoas vivas. E ainda assim, quem restou, continua guerreando, dessa vez sem armas nucleares, e sim com paus e pedras (Ossos e Pedras). E em um mundo devastado, após tanta destruição, o sangue derramado de tanta gente se mistura e serve como adubo para o surgimento de uma “nova espécie”, dessa vez sem sede por poder, sem ganância (Sangria). Passamos também por momentos de depressão e renascimento (Cinzas); temos um diálogo entre o protagonista e um robô, que questiona as ações da humanidade, que levou ao seu fim (Alma); temos o momento em que o protagonista chega ao fundo do fundo do poço (Calvário). 

       Mas para encerrar o disco, quisemos passar a mensagem de que, apesar de tudo, temos que ter esperança, de que tudo ainda pode ser melhor. E esse é o nome da última faixa do disco – Esperança. Uma faixa instrumental, sem letra. pois depois de tanta coisa dita no disco inteiro, não há mais nada a dizer, apenas sentir. Esse disco foi o maior trabalho que fiz na vida até hoje. Foi um projeto que exigiu bastante esforço, dedicação, atenção (principalmente a todos os detalhes), ensaios, reuniões, treinos, dinheiro e, consequentemente, tempo. Espero que vocês gostem do resultado final tanto quanto eu estou gostando, e a seguir vou tentar mostrar um pedaço de toda essa jornada que tivemos com a gravação do álbum Tensão ao longo dos últimos anos. 

O Documentário - Ossos e Pedras

      Em paralelo com a gravação e lançamento do álbum, trabalhamos também em um pequeno documentário (chamado Ossos e Pedras – sim, igual à música hahaha) sobre o próprio disco, justamente para podermos contar mais detalhes sobre o conceito do disco, as letras das músicas, para termos um canal mais aberto de comunicação para falar sobre todo o trabalho e seu significado. Esse documentário foi totalmente produzido pelo nosso amigo Pedro Gargioni, primeiro baterista da Platinus.

Bastidores das Gravações

      A seguir um episódio dos bastidores da gravação que também faz parte do documentário Ossos e Pedras, do Pedro Gargioni. O vídeo do meio, um pequeno registro editado por mim mesmo, também de gravações e bastidores. O último vídeo é totalmente focado nas gravações de solos de guitarra que aconteceu em dezembro de 2020.

       Ao longo das gravações do disco, a gente foi sempre postando o processo nos stories. Decidimos então fazer um grande compilado com todo esse material, com 6 partes, mostrando além dos momentos de gravação, a nossa rotina, conversas, piadas, bastidores de estúdio, etc. Esse compilado abrange todo o ano de 2019 e início de 2020.

       O vídeo a seguir é durante uma sessão de mixagem que acabamos fazendo junto com o André Brasil para definir alguns ajustes na música Sangria. E logo abaixo há vídeos com vários momentos de ensaios.

Ouça aqui o disco the timeline experience
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